Cena Instrumental presta tributo a Letieres Leite neste sábado (30/10)

Em homenagem ao instrumentista, arranjador e compositor Letieres Leite, que faleceu nesta quarta (27/10), aos 61 anos, o programa Cena Instrumental reexibe a performance do artista com a Orkestra Rumpilezz neste sábado (30/10). A Rádio MEC leva a produção ao ar às 21h enquanto a TV Brasil apresenta o tributo às 23h30. O conteúdo também está disponível no aplicativo TV Brasil Play.

Além da performance musical exclusiva gravada no histórico estúdio 3 do canal público, a produção traz uma entrevista do músico baiano para a apresentadora Bia Aparecida. Ele falou sobre a carreira e destacou trabalhos marcantes. Essa edição do programa foi exibida originalmente em 3 de dezembro de 2019 na estreia do Cena Instrumental.

O repertório do espetáculo reúne músicas dos primeiros discos do projeto. Os convidados interpretam obras de personalidades como Dorival Caymmi, Moacir Santos e da banda Black Rio. Letieres Leite e a orquestra escolheram artistas que foram referências para a Orkestra Rumpilezz.

Criada em 2006 por Letieres Leite, ela é composta somente por sopros e percussões. A orquestra carrega sua intenção estética no nome. O título da Rumpilezz é formado pela junção dos três atabaques do candomblé, rum, rumpi e lé com as duas últimas letras da palavra jazz.

“A idealização do projeto começou ainda na década de 1980, porque eu sempre tive essa vontade de unir essas duas paixões minhas: a percussão e a orquestra de sopro”, contou Letieres Leite na conversa com Bia Aparecida.

De acordo com o experiente músico, a ideia era apresentar a percussão de matriz africana do universo musical baiano com as harmonias modernas do jazz contemporâneo. Ele explorou essa perspectiva durante o papo.

“A Rumpilezz é o meu cartão de visita para provar que a música negra brasileira pode ser reconhecida como música estruturada e que tem seus rigores”, avaliou o experiente maestro que tinha mais de três décadas de carreira.

Letieres Leite trabalhou com personalidades como Ivete Sangalo, Maria Bethânia e Caetano Veloso. Durante o programa da emissora pública, o baiano explicou a influência de sua terra natal em sua produção artística.

“Na música instrumental, eu via pouca coisa do lugar em que nasci, perto do Centro Histórico de Salvador. Já recebia desde novo essas informações rítmicas que eu coloco na minha música hoje”, comentou.

Sobre a produção

Admirada no país e no exterior, a música instrumental ganha uma janela para o público no programa Cena Instrumental, produção apresentada pela jornalista e cantora Bia Aparecida. Artistas da nova geração e personalidades são convidadas a mostrar seus trabalhos.

O Cena Instrumental busca ampliar os horizontes da música na televisão e na rádio ao valorizar toda a inventividade, potência e criatividade desse estilo que não se prende a gêneros ou a rótulos. Jazz, rock, blues, regional, frevo, baião, choro e baladas são algumas das sonoridades executadas com liberdade e improvisos que atestam o virtuosismo dos convidados.

No ar aos sábados, às 23h30, na telinha da televisão pública, o programa ainda tem uma versão radiofônica que vai ao ar nas ondas da Rádio MEC. As edições anteriores estão disponíveis, também, no aplicativo TV Brasil Play.  

Além das performances, o Cena Instrumental ainda traz entrevistas exclusivas que os convidados concedem a Bia Aparecida. Durante a conversa, eles aprofundam a experiência do público com o universo da rica música instrumental brasileira.

Serviço

Cena Instrumental – sábado, dia 30/10, às 21h, na Rádio MEC (FM 99,3 MHz RJ, FM 87,1 MHz Brasília e AM 800 kHz RJ e Brasília)

Cena Instrumental – sábado, dia 30/10, às 23h30, na TV Brasil

Jovem Pan No Mundo Da Bola migra para a tv, mas sem Flavio Prado

Por Rodney Brocanelli

O programa Jovem Pan No Mundo Da Bola, um das atrações mais tradicionais da emissora, vai migrar para o projeto de televsão da Jovem Pan, prestes a estrear no próximo dia 27 de outubro nas principais operadoras de tv por assinatura e antenas parabólicas. Entretanto, Flavio Prado, que estreou na Pan com esse programa em 1990, não está à frente desta nova fase, apesar de permanecer na emissora. No encerramento da edição deste domingo (24), Flavio fez o comunicado oficial aos ouvintes (e espectadores). “Eu deixo a apresentação hoje, depois de 31 anos, 1 mês e 16 dias”, que eu tenho o maior orgulho de ter participado dessa história do Jovem Pan no Mundo da Bola”, disse. Segundo Flavio Prado, a atração ficara a cargo de Giovanni Chacon. Ele já assume o comando na próxima semana.

Como já foi escrito aqui neste Radioamantes, talvez não seja exagero dizer que o Jovem Pan No Mundo Da Bola ajudou a desenvolver o interesse  pelo que acontece hoje nas principais ligas da Europa e seus principais times de futebol. Em entrevista a este blog em 2015 (veja aqui), quando da comemoração de 25 anos no ar, Flavio Prado contou que no ínicio o programa começou com apenas uma hora. “Não tinha Internet, tv a cabo e as ligações eram caríssimas”, contou ele na ocasião.

Participaram daquela primeira edição nomes como Claudio Carsughi, Loli Gianfranco, Israel Gimpel. Também foram autorizadas pela direção da emissora duas ligações internacionais, uma para Reali Junior, correspondente da Jovem Pan na Europa, e outra para John Wallace. “Ele era o tradutor do Mirandinha, um dos primeiros brasileiros a atuar no futebol inglês. A ideia era que ele falasse sobre o futebol da Inglaterra, mas ele só destacava o Newcastle. Mas já era alguma coisa”, disse Flavio.

Em pouco tempo, o horário foi ampliado para três horas de duração. Ainda assim, ainda havia certa dificuldade para informar os resultados das partidas. “No mesmo momento em que o programa estava no ar, aconteciam os jogos dos principais campeonatos europeus. Muitas vezes, só dávamos os resultados no programa seguinte”, conta Flavio. De vez em quando, graças ao esforço da equipe de rádio-escuta, era possível divulgar algum resultado em tempo real, segundo o apresentador: “O Natal Baldini ficava ouvindo alguns jogos, separava os gols quando conseguia e colocávamos no ar. Os ouvintes ligavam emocionados para agradecer ou para elogiar”.

Além de ser um programa sobre futebol, o Mundo da Bola também abria espaço para canções de artistas ou bandas locais. “A gente soltava umas vinhetas feitas na época da Copa de 1974 e depois dos boletins informativos dos campeonatos de cada país entravam as músicas”, conta Flavio. Com o passar do tempo, o lado musical ficou mais acentuado com as traduções de sucessos internacionais. (Saiba mais aqui).

Veja abaixo o momento da despedida de Flávio Prado de Jovem Pan No Mundo da Bola.

Salomão Ésper relembra sua história no rádio em Do Bom e Do Melhor

Por Rodney Brocanelli

Prestes a comemorar 92 anos na próxima terça (26), Salomão Ésper participou de uma entrevista ao programa Do Bom e Do Melhor, comandado por Danilo Gobatto, da Rádio Bandeirantes neste sábado (26). Foi uma grande oportunidade para que ele colocasse em retrospectiva seus quase 70 anos de carreira dedicados ao rádio, inicados em Pirassuninga, na Rádio Difusora, e depois na capital nas rádios Cruzeiro do Sul, América (que nessa época já pertencia à João Saad) e Bandeirantes. A história de Salomão praticamente se confunde com a história do rádio paulista.

Não faltaram relatos curiosos. Um deles foi ainda na Cruzeiro do Sul. A emissora transmitia as missas dominicais diretamente do Mosteiro de São Bento, em São Paulo. Dois de seus celebrantes, o Padre Calazans e o Padre Godinho acabaram envederando para a política. O primeiro se elegeu ao Senado, enquanto que o segundo conseguiu uma cadeira na Câmara dos Deputados. Padre Godinho é conhecido também por gerações mais novas pelas suas participações no Record em Notícias, da TV Record, o famoso “Jornal da Tosse”. O jornalista atuava nessas transmissões como um “repórter clerical”, descrevendo todos os atos das celebrações. Em uma dessas ocasiões, ele disse no ar: “aproxima-se a parte principal da missa. A Vítima Divina vai ser imolada sobre o altar”.

A passagem pela Rádio América foi marcante porque nela ele conheceu um profissional com que iria fazer uma parceria profissional de grande sucesso por aproximadamente 50 anos: José Paulo de Andrade.

O programa veiculou trechos históricos de Salomão não apenas na Rádio Bandeirantes, mas no grupo como um todos. Ele foi o mestre de cerimônia da inauguração da TV Bandeirantes, em 1967. Outro destaque foi dado à sua atuação na cobertura da missão Apolo XI, voo espacial tripulado por astronautas estadunidenses que chegou à lua. Nesse dia, a Bandeirantes sofria um momento dramático, com o incêndio em suas instalações.

Não faltaram também detalhes sobre a estreia do Jornal Gente (ou Jornal da Bandeirantes Gente) e todo o contexto em que ele foi colocado no ar, em 1978 para substituir O Trabuco, descontinuado com a morte de Vicente Leporace.

Salomão contou passagens com grandes personalidades do rádio e da música: Manoel da Nóbrega e Orlando Silva (que ele conheceu na Cruzeiro do Sul) e a dupla Tonico e Tinoco (já astros da Bandeirantes). Houve espaço até para que ele soltasse a voz cantando jingles políticos e publicitários.

Ouça abaixo a entrevista com Salomão Ésper, que voltou aos estúdios da Rádio Bandeirantes, local que não frequenta regularmente desde 2019.

Salomão Ésper será homenageado no programa Do Bom e do Melhor, da Rádio Bandeirantes

Por Rodney Brocanelli

Neste próximo sábado (23), Salomão Ésper será entrevistado no programa Do Bom e do Melhor, da Rádio Bandeirantes, comandado por Danilo Gobatto. No próximo dia 26, uma terça, Salomão estará completando 92 anos de vida. A homenagem não será apenas pelo aniversário, mas por toda a sua história no Grupo Bandeirantes. Trechos de seus grandes momentos na emissora, recuperados pelo Cedom (Centro de Documentação da Rádio Bandeirantes), serão veiculados durante a atração. Existe a expectativa que Salomão compareça ao estúdio da Bandeirantes para sua participação no programa, algo que nao acontece desde 2019, ano de sua aposentadoria.

Zeca Camargo recebe Astrid Fontenelle no “Replay” desta quinta-feira

No Replay desta quinta-feira (21), Zeca Camargo recebe Astrid Fontenelle para celebrar os 31 anos da MTV, que foram completados em 20 de outubro.

Para abrir a edição, o jornalista relembra um dos programas de maior sucesso da emissora, o Disk MTV. “Astrid era uma referência para mim quando comecei a trabalhar no canal”, destaca.

A playlist começa com os clássicos “It Must Have Been Love” e “What’s On Your Mind (Pure Energy)”, das bandas Roxette e Information Society, respectivamente. 

Ao longo do bate-papo, a convidada conta detalhes do dia em que abandonou uma entrevista com Jon Bon Jovi. “O que me deixou brava foi que ele sabia o que era o programa, já que existia o mesmo formato no mundo inteiro. Na primeira pergunta, ele respondeu apenas ‘não’. Na segunda, soltou um ‘anham’. Decidi sair do roteiro para fazê-lo lembrar da entrevista antológica que ele havia dado na semana anterior para Bruna Lombardi. Na ocasião, ele passou uma cantada nela e disse: ‘você deve ser uma mulher muito cara’. Cancelamento na certa se fosse hoje”, disparou a apresentadora.

Segundo Astrid, o músico americano desconversou dizendo que não lembrava e começou a puxar a cadeira de rodinhas para sair da visão dela. “Na quarta pergunta, ele simplesmente não respondeu nada. Eu, então, falei para as produtoras que estavam presentes: ‘não sou obrigada a aturar’. Saí e larguei ele lá”.

Além de histórias dos bastidores do mundo da música, os ouvintes ainda terão a oportunidade de recordar singles como “Epic” (Faith No More), “Patience” (Guns N’ Roses), “Freedom 90” (George Michael), “O Teatro dos Vampiros” (Legião Urbana), “Tendo a Lua” (Os Paralamas do Sucesso), “Give It Away” (Red Hot Chili Peppers), “Alive” (Pearl Jam), “Black or White” (Michael Jackson), entre outros. 

Replay é transmitido na Play FM toda quinta-feira, a partir das 18h, com reapresentações aos domingos no mesmo horário.

A rádio tem programação musical voltada para os sucessos dos anos 1980, 1990 e início dos anos 2000, podendo ser ouvida na Grande São Paulo em FM 92.1 e em todo o país pelo aplicativo Band Rádios para smartphones.

Memória: relembre a vinheta clássica da 97 FM dos anos 1980

Por Rodney Brocanelli

O perfil da banda Lingua de Trapo no YouTube publicou nesta segunda (18) uma verdadeira relíquia do rádio: a vinheta da 97 FM, quando ela ainda transmitia diretamente de Santo André. Como informou Laert Sarrumor em seu perfil no Facebook (veja aqui), ela rolava a cada uma hora e anunciava o prefixo da emissora. Ela foi produzida pelo próprio Laert ao lado de Catalau, da banda Golpe de Estado. A gravação aconteceu no dia 29 de maio de 1987 no Estúdio Cameratti, em Santo André, e contou com as participações de Paulo Zinner, Nelson Brito e Helcio Aguirra.

Inaugurada em 1983, em Santo André, a 97 FM foi aos poucos se transformando em uma rádio de rock. Virou uma das grandes referencias no assunto, em que se pese a dificuldade de seu sinal chegar a outras regiões de São Paulo. No começo só havia um locutor, o Jota Erre, que dava muito trabalho a um dos fundadores da emissora, Zé Constantino. Ambos já chegaram até a sair no tapa.

Em 1994, a emissora mudou radicalmente seu estilo, trocando o rock pela música eletrônica. Em uma edição do programa Morde e Assopra de 2018 (saiba mais aqui), o próprio Zé Constantino explicou a mudança contando dois que o fizeram mudar de ideia. Um deles foi um prejuízo que ele teve ao organizar um show do Sepultura em Santo André. O outro aconteceu durante uma viagem de táxi. O motorista estava ouvindo Deep Purple. “Você gosta de rock?”, perguntou o proprietário da 97 FM. Após a resposta afirmativa, o condutor do automóvel listou uma série de bandas das quais gostava. Todas antigas. Foi aí que Constantino teve um clique: o consumidor de rock não estava tão interessado assim em novidades, isso em pleno estouro do Nirvana.

A mudança de perfil não agradou aos ouvintes, é claro. Na ocasião, a determinação era para que os telefones não fossem atendidos e com isso, procurar driblar a fúria que vinha do outro lado. Após algumas alterações ao longo dos anos, a emissora adotou o nome de Energia 97.

O grande pulo do gato se deu em 1999, com a estreia do Estádio 97, debate sobre futebol com um tempero bem-humorado transmitido sempre aos finais de tarde. A fórmula tem grarantido sucesso comercial e de público ao longo desses anos. Desde 2019, a emissora tem se dedicado às transmissões dos jogos de futebol dos grande clubes de São Paulo com o projeto Energia em Campo.

Ouça abaixo a vinheta clássica da 97 FM com alta qualidade sonora.

Folha e Igapó crescem na preferência do público em Londrina

O Grupo RIC vem consolidando resultados com a nova gestão comercial e artística das rádios Igapó FM e Folha FM, em Londrina. “As duas emissoras avançam na preferência dos ouvintes e também na dos anunciantes, que reconhecem seu potencial para fazer bons negócios, sempre em sintonia com as marcas”, diz Carla Rosa Hoffmann, diretora executiva do Grupo RIC em Londrina. 

 

Os números mais recentes do Kantar Ibope Media*mostram que as rádios paranaenses estão em posição de destaque no grau de confiança das pessoas quando o assunto é informação, atrás apenas da TV. 

 

A Folha FM subiu ao pódio dos ouvintes, conquistando a vice-liderança na audiência de alcance máximo. Segundo a Kantar Ibope são mais de 107 mil ouvintes plugados na rádio, que soma 41 anos de história. Uma das emissoras que sempre disputou a liderança de audiência , a Folha FM mantém a essência que conquistou os ouvintes ao longo de sua história, harmonizando o pop, o dance e o rock. 

 

Já a Igapó FM cresce aceleradamente, conquistando Londrina com prestação de serviços, uma super trilha sonora e muitas promoções, em sintonia com o slogan “Tá no coração da gente”, lançado neste ano, quando aos 25 anos a rádio passou a fazer parte do Grupo RIC. 

Com as rádios, RIC oferece omnichannel em Londrina

“As rádios Igapó e Folha nos dão uma vantagem competitiva importante no mercado de Londrina. As emissoras traçaram uma longa história de sucesso e identificação com seus públicos: a Igapó tem perfil popular e atinge um público mais maduro, enquanto a Folha fala de perto com um segmento mais jovem e de grande poder aquisitivo”, diz o presidente executivo do grupo, Leonardo Petrelli.

Além disso, as rádios se incorporam a uma grande estrutura de comunicação regional, formada pela RIC TV, o portal RIC Mais e a revista TopView. “O grupo se tornou omnichannel em Londrina. Agora os clientes podem definir seu plano de mídia com nossos diversos meios e ter grandes resultados com soluções multiplataforma”, acrescenta Petrelli.

*Kantar Ibope Media (KIM)| TGINDEX”

Paulo Cesar Carvalho volta ao rádio de Porto Alegre narrando jogos pela Grenal

Por Rodney Brocanelli

O narrador Paulo Cesar Carvalho está de volta ao rádio esportivo de Porto Alegre. Neste domingo (17), ele fez a sua estreia na Rádio Grenal transmitindo a partida entre Palmeiras x Internacional, válida pelo campeonato brasileiro. Carvalho teve passagens pelas rádios Bandeirantes e Guaíba, de onde saiu em 2004. Nos últimos anos, o locutor vinha narrando jogos pela Web Rádio Ouvinte. Ouça abaixo a sua narração para o gol de Raphael Veiga, que deu a vitória ao Palmeiras neste jogo.

Chegada de cartola ao Grêmio provoca comparações com momento vivido pelo Grupo Bandeirantes no RS

Por Rodney Brocanelli, com a colaboração de Edu Cesar, do Papo de Bola

O ouvinte mais atento que acompanhou a edição da última quinta feira (14) da versão gaúcha de Os Donos da Bola, da Rádio Bandeirantes, de Porto Alegre, pode perceber uma série de indiretas a gestão anterior da filial gaúcha do Grupo Bandeirantes (veja abaixo). Explicando: um dos temas debatidos pelo programa era a chegada do cartola Denis Abrahão para cuidar do departamento de futebol do Grêmio nesta reta final de campeonato brasileiro, que luta para fugir da zona do rebaixamento ou a zona da confusão, como gosta de dizer Wanderley Luxemburgo.

A certa altura, o âncora Thaigor Janke um pouco mais do perfil de Abrahão. “Eu não conheço tão bem quanto vocês e o Baldasso conhece muito, o Cesar conhece muito a figura do Denio Abrahão e como ele vai fazer…”, disse. Fabiano Baldasso, hoje influencer ligado às coisas do Internacional, e que também participava da atração, interveio: “O Abrahão é o Meneghetti”, citando Leonardo Meneghuetti, atual diretor geral da Grupo Bandeirantes no Rio Grande do Sul. “O Denis Abrahão tem o mesmo perfil do Meneghetti: explosivo, sanguíneo”, complementou.

Cesar Cidade Dias, outro integrante da mesa e identificado com o Grêmio se animou com a comparação e lembrou de um momento vivido pelo próprio Grupo Bandeirantes: “Então nós saímos (referindo-se ao clube de futebol). Porque o Meneghetti botou o pézinho aqui e deu certo. E nós estávamos perto da zona do rebaixamento (aqui falando sobre a empresa)”, disse. Paulo Pires, decano do esporte na Rádio Bandeirantes, concordou: “muito próximos”.

Esse diálogo remete ao período compreendido entre os anos de 2017 e 2019. Neste último ano, a empresa teve de fazer uma série de demissões tanto na emissora de rádio como na de televisão. Leonardo Meneghetti, que já havia ocupado cargo de direção na filial gaúcha entre 2005 e 2017, retornou ao posto, fazendo uma série de investimentos em pessoal e na criação de novos programas, entre os quais se destaca o próprio Donos da Bola, que tem edições exclusivas na tevê e no rádio, retransmitidas via YouTube e com importante engajamento de público nessa plataforma. A partir dessas alterações, os veículos da Bandeirantes voltaram a ter relevância no mercado local.

Rádio Senado já está no ar no Rio de Janeiro

O Rio de Janeiro é a mais nova cidade a contar com sinal FM da Rádio Senado. Funcionando 24h por dia, sete dias por semana, a emissora oficial do Senado Federal traz para os cariocas uma programação bastante diversificada, incluindo transmissão ao vivo dos debates e votações que acontecem no Plenário e nas comissões temáticas da Casa, noticiários e programas jornalísticos, reportagens especiais, além de serviços de utilidade pública e atrações culturais. A programação musical privilegia a MPB, destacando desde os artistas mais consagrados até os jovens talentos nacionais.

Com a ativação do sinal nesta semana, ainda em caráter experimental, a capital fluminense se junta a outros 13 municípios que, além da sede em Brasília, compõem a rede legislativa FM da emissora. As outras são Aracaju (SE), Belém (PA), Boa Vista (RR), Cuiabá (MT), Fortaleza (CE), João Pessoa (PB), Macapá (AP), Maceió (AL), Manaus (AM), Natal (RN), Rio Branco (AC), São Luís (MA) e Teresina (PI).

 A instalação da Rádio Senado no Rio de Janeiro e nas demais capitais brasileiras é viabilizada por meio de acordos de cooperação técnica com parceiros locais. No caso do Rio, o Senado Federal forneceu o transmissor e demais equipamentos, e a Assembleia Legislativa do Estado (Alerj) fica responsável pelo custeio e manutenção da estação radiodifusora, passando a dispor de um espaço de até 4h diárias para transmissão de conteúdos institucionais próprios dentro da frequência da Rádio.

Inaugurada em janeiro de 1997, a Rádio Senado cumpre o papel de aproximar o Senado Federal do cidadão, por meio de uma comunicação objetiva, plural e de credibilidade. Nesses quase 25 anos de atividade, transformou-se em emissora de referência na divulgação dos trabalhos do Legislativo, e também da cultura brasileira.

Para a diretora da Secretaria de Comunicação do Senado, Érica Ceolin, transmitir no Rio de Janeiro é um passo que tem a sensação de dever cumprido.

— Há anos trabalhamos para transpor o relevo da cidade maravilhosa para ver ampliada a transparência das atividades legislativas, desejo do Senado e dos senadores. Quanto mais pessoas ouvindo o Parlamento, maior a participação política, reforço para a nossa democracia. Os veículos de comunicação do Senado privilegiam a informação direto da fonte, de forma plural e com credibilidade, então, é motivo de orgulho e alegria chegarmos com nosso sinal em mais uma capital brasileira — afirmou.


SERVIÇO – RÁDIO SENADO NO RIO DE JANEIRO

Como sintonizar: frequência FM 105,9 MHz
► Conteúdo da programação: atividades legislativas, jornalismo, cultura e utilidade pública
► Contato: whatsapp: +55 61 98611-9591
► Site: senado.leg.br/radio
► Mídias sociais: FacebookTwitterInstagram

Edmundo será comentarista da Rádio Bandeirantes

O ex-jogador Edmundo está de volta ao Grupo Bandeirantes de Comunicação após cinco anos. Nesta quarta-feira (13), ele acertou os detalhes do contrato que irá contemplar rádio e televisão. “Me sinto lisonjeado em estar retornando para a Band e estrear no microfone da Rádio Bandeirantes. É um sinal de que deixei as portas abertas. Sempre tive um ótimo relacionamento com todo mundo”, afirma.

 

Na nova fase, o comentarista será integrante da equipe do 3º Tempo, ao lado de Milton NevesLivia Nepomuceno e Marília Ruiz aos domingos, além de participar das transmissões dos jogos na Rádio Bandeirantes e de outros programas da casa. “Sempre fui verdadeiro demais, então isso é o diferencial no meu trabalho. Quero manter essa postura com o público”, adianta.

 

Nascido em Niterói, no Rio de Janeiro, o ex-atacante iniciou a carreira como jogador de futebol em 1992 pelo Vasco da Gama. No mesmo ano, ganhou destaque no torneio Carioca, que lhe rendeu o título de ‘Revelação’ e o levou a estrear na Seleção Brasileira. Quatro anos mais tarde, foi eleito a grande estrela do time ao salvá-lo do rebaixamento durante o Campeonato Brasileiro. Em 1997, teve seu melhor momento no clube e na carreira ao marcar 29 gols no Brasileirão, superando o recorde do atleticano Reinaldo, que já durava 20 anos.

 

No Palmeiras, ajudou o alviverde a levantar as taças do Campeonato Paulista (1993 e 1994), Torneio Rio-São Paulo (1993) e Campeonato Brasileiro (1993 e 1994). Durante a atuação no time paulista, foi apelidado de ‘Animal’ pelo narrador Osmar Santos. Vestiu ainda as camisas do Flamengo, Fluminense, Corinthians, Santos, Fiorentina, da Itália, entre outros, tornando-se um dos maiores ídolos do esporte. “Estamos trazendo mais um grande nome para integrar a equipe esportiva. É mais um passo do Grupo Bandeirantes investindo no futebol e reforçando sua tradição como o Canal do Esporte”, enfatiza Rodolfo Schneider, diretor executivo de Jornalismo e Esportes da Band.

 

Desde que se aposentou dos gramados, Edmundo vem investindo na carreira de comentarista. A estreia na televisão aconteceu em 2009, quando foi contratado pela RedeTV!. No ano seguinte, migrou para a Band, permanecendo até 2016. Depois disso, anunciou sua chegada ao canal Fox Sports, onde trabalhou até dezembro do ano passado. 

Falha da tv atrapalha transmissão das rádios em Inter x Chapecoense

Por Edu Cesar, do Papo de Bola

As rádios de Porto Alegre e Chapecó que fizeram Internacional 5 x 2 Chapecoense na manhã deste domingo quase foram atrapalhadas por uma falha técnica da televisão – e isso está registrado em vídeos e áudios no fim deste post. Foi o seguinte: o Premiere errou o tempo de exibição dos comerciais no fim do intervalo e o segundo tempo começou enquanto eles ainda eram exibidos (muitas vezes ao longo dos anos houve o hábito de exibidores televisivos pedirem para inícios e reinícios serem segurados até que viesse o OK deles, mas não foi o caso desta vez). A questão é que, ao invés de pegar o jogo em andamento – foram perdidos quarenta segundos neste erro -, o recomeço foi mostrado desde o início com atraso, logo, o primeiro minuto e meio foi visto com quarenta segundos de atraso, ficando na dependência de uma brecha para o realinhamento com o tempo absolutamente real da imagem ao vivo gerada diretamente do Beira-Rio até a Globosat no Rio de Janeiro. Tal realinhamento aconteceu quando deu falta para o Colorado e, logo após cerca de cinco segundos de close no técnico alviverde Pintado, veio enfim a imagem ao vivo com todo mundo já alinhado para a cobrança da infração.

Isto pegou de surpresa três das rádios esportivas do dial porto-alegrense. A que mais ficou vendida nessa brincadeira foi a Bandeirantes, a única com narração no estúdio e apenas e tão somente o repórter no estádio (enquanto as demais estão presencialmente ou com narrador e dois repórteres ou com narrador, comentarista e repórter). Assim que Ribeiro Neto terminou um comentário sobre o primeiro tempo, Thaigor Janke alertou que a bola voltara a rolar e que a televisão não estava mostrando – há monitores disponibilizados nas cabines de rádio do Beira-Rio e da Arena, o que sei que não necessariamente acontece em estádios de outras partes do Brasil e que permite que os presentes nelas tenham tanto a visão direta pelos próprios olhos quanto a chance de recuperar algo pela imagem do replay no televisor ao lado. Ribeiro e o apresentador Diogo Rossi ficaram evidentemente surpresos e Thaigor chegou a perguntar se precisaria narrar, mas o Diogo acionou Marcos Couto no mesmo momento e, devido à falha televisiva, o “Gigante do Vale” narrou o primeiro minuto e meio em cima da imagem mostrada com atraso, o que ficou perceptível quando o áudio-ambiente do Beira-Rio captou o apito na marcação da falta. Por causa disso, aliás (e como não poderiam imaginar que seria exatamente aí que haveria o realinhamento com a imagem ao vivo), trocaram momentaneamente o áudio-ambiente legítimo por um som falso de torcida pois o que seria persistir o atraso na imagem da TV, dar gol, a torcida gritar e o Marcão só poder narrá-lo depois de 40 segundos pois só então ele seria mostrado? Pouco depois, assim que perceberam que a TV voltou efetivamente ao vivo, voltou o áudio-ambiente legítimo também.

No caso da Grenal, ela estava com o narrador Jean Soares e dois repórteres no estádio. Kalwyn Corrêa (que não sei se trabalhou no estúdio ou de casa) seguia com seu comentário de intervalo e o Jean disse “começou” duas vezes, mas somente ao ser chamado nominalmente pelo narrador o comentarista interrompeu sua fala e veio o relato do jogo – claro, o Kalwyn jamais poderia imaginar que a televisão fosse cometer um erro desses e passar um minuto e meio com atraso de 40 segundos para o ao vivo. Na live da Grenal no YouTube, inclusive, deu para perceber neste momento o repórter Lucas Katsurayama fazendo uma cara de espanto, como que se perguntando: “mas o que diachos está acontecendo???” Na Guaíba, Gutiéri Sanchez (único comentarista no estádio dentre as quatro porto-alegrenses de dial aqui citadas) finalizava seu comentário e pôde ser escutado o apito de início do segundo tempo, mas o apresentador Geison Lisboa não percebeu isso e, baseado no que a TV mostrava, dava sequência ao intervalo, até que o narrador Orestes de Andrade o avisou de que a bola estava rolando. Geison ficou estupefato, catatônico, incrédulo, como nem poderia deixar de ser, e passou imediatamente o comando da jornada pro “Galo”. Já a Gaúcha escapou deste porém pois o apresentador Filipe Gamba devolveu na hora certinha para Marcelo de Bona narrar tudo desde o começo, sem “atropelos” necessários. E teve quem tocou tudo sem nem saber do problema no Premiere, como foi na Rádio ABC de Novo Hamburgo, que teve o narrador Daniel Oliveira e o comentarista e apresentador Nando “Avallone” Gross trabalhando apenas com o que os próprios olhos testemunhavam, presentes que estavam na tribuna de imprensa descoberta, na qual não há televisores e na qual é preciso trabalhar com máscara o tempo todo, diferentemente das cabines fechadas, onde dá para dispensá-las durante o jogo.

(Em tempo, explico o “Nando ‘Avallone’ Gross”: é que nas transmissões da ABC ele comenta a partida e apresenta o intervalo e o pós-jogo “Sala de Imprensa”, diferentemente do habitual de um cronista fazer os comentários e outro fazer a apresentação da jornada; o “Avallone” é porque um raríssimo profissional que me lembro que fazia estas duas funções simultâneas era o saudoso Roberto Avallone na Rádio Bandeirantes de São Paulo entre 2002 e 2003, o pós da época sendo o “Jogo Aberto” – para melhor ilustrar pegando uma fase posterior da própria RB: Roberto Francisco “era Mauro Beting e Milton Neves ao mesmo tempo”, no sentido de fazer sozinho as funções de ambos nos anos seguintes).

Termino esse post colocando em vídeos e áudios os ilustrativos disso tudo que escrevi – subi no Dailymotion pois no YouTube não conseguiria fazê-lo.

Como foi na transmissão do Premiere: https://www.dailymotion.com/video/x84rqjq

Como foi na transmissão da Rádio Bandeirantes: https://www.dailymotion.com/video/x84rqjp

Como foi na transmissão da Rádio Grenal: https://www.dailymotion.com/video/x84rqjo

Como foi na transmissão da Rádio Guaíba: https://www.dailymotion.com/video/x84rqjn

Como foi na transmissão da Rádio Gaúcha: https://www.dailymotion.com/video/x84rqjm

Como foi na transmissão da Rádio ABC: https://www.dailymotion.com/video/x84rqjl

Samara Felippo fala de ataques racistas contra as filhas em entrevista ao podcast Pretoteca

As jornalistas Cynthia Martins e Milena Teixeira recebem Samara Felippo no novo episódio do podcast Pretoteca. A atriz é mãe solo de duas crianças negras que foram vítimas de ataques racistas na última semana. No bate-papo, a artista fala dos desafios da maternidade e do processo de construção de identidade das filhas: “A maternidade furou minha bolha branca”, admitiu. “Tomei um baque quando vi que minha filha queria alisar o cabelo”. Assista aqui à entrevista na íntegra!

A convidada conta que prestou queixa contra as pessoas que publicaram ofensas contra Lara e Alícia, de 8 e 12 anos, e garantiu que vai continuar denunciando os ataques. “Não vou deixar o caso passar”.

Na última semana, ela compartilhou com seus seguidores no Instagram os comentários que recebeu sobre a aparência das meninas. Em um dos prints, uma pessoa diz: “Os cabelos de suas filhas são horrorosos”.

Samara também relembrou outros acontecimentos envolvendo as crianças, que são frutos do relacionamento que teve com o jogador de basquete Leandrinho Barbosa. “Elas já passaram por episódios racistas na escola e chegavam em casa reclamando. Das vezes que aconteceu, eu sentei e expliquei o que era racismo. Eu dou nome ao racismo. Explico sempre”, contou. 

Segundo a atriz, a maternidade a ajudou a buscar outras referências. “Minha filha quis alisar o cabelo com 7 anos de idade. Aquilo foi um baque para mim. Então, eu fui buscar fazer com que ela se enxergasse… Fui atrás de livros com protagonistas negros, de mulheres negras em cargos de poder, blogueiras, filósofas”.

Pretoteca vai ao ar toda sexta-feira e pode ser ouvido nos principais tocadores de podcast, como Spotify e Deezer, e nos canais digitais da BandNews FM. 

Zeca Camargo apresenta setlist para celebrar a primavera no “Replay” desta quinta-feira

Para festejar a primavera e florir o coração dos ouvintes, o Replay desta quinta-feira (7) apresenta uma seleção de músicas que combinam com a estação. “Estamos um pouco atrasados, mas sempre é tempo de comemorar a época mais florida do ano”, adianta o jornalista.

A playlist preparada pelo apresentador reúne singles de artistas como Tim Maia, Marisa Monte, Maria Gadú, Vanessa da Mata, Vitor Kley, Cazuza e Rita Lee. Entre as faixas selecionadas estão ainda “Flores” (Titãs), “Vem Andar Comigo” (Jota Quest) e “Amores e Flores” (Melim). “Muitos poetas, cantores, músicos e musicistas se inspiram nesse clima primaveril maravilhoso”, ressalta Zeca

O programa relembra também os sucessos  “Flor de Lis” (Djavan), “Rosas” (Ana Carolina), “Amores Imperfeitos” (Skank) e “As Rosas Não Falam” (Beth Carvalho).

Replay é transmitido na Play FM toda quinta-feira, a partir das 18h, com reapresentações aos domingos no mesmo horário.

A rádio tem programação musical voltada para os sucessos dos anos 1980, 1990 e início dos anos 2000, podendo ser ouvida na Grande São Paulo em FM 92.1 e em todo o país pelo aplicativo Band Rádios para smartphones. 

Nos 30 anos da CBN, Oscar Ulisses e Cléber Machado dividem narração de Red Bull Bragantino x Corinthians

Por Rodney Brocanelli

A partida entre Red Bull Bragantino x Corinthians, válida pelo campeonato brasileiro de futebol teve dupla narração na CBN. Oscar Ulisses dividiu o comando da transmissão com Cléber Machado, narrador da TV Globo. A iniciativa foi parte da programação especial de aniversário da rádio que toca notícia, que está completando 30 anos.

Na última sexta (1º de outubro), convidados especiais, grande parte integrando o elenco da Globo, co-apresentou os programas jornalísticos da emissora ao lado de seus âncoras tradicionais. O futebol não poderia ficar de fora dessa e o jogo envolvendo as duas equipes em um sábado à noite ajudou nesse planejamento.

Com uma carreira de narrador totalmente consolidada na tevê, Cléber Machado mostrou um bom pique para o rádio. Colaborou também para isso o fato dele e Oscar Ulisses optarem por uma narração dividida. Cada um ficava com um lance (um mais do que o outro em alguns momentos).

O placar final da partida foi 2 a 2 com o Red Bull Bragantino abrindo vantagem. O Corinthians foi buscar o empate. Cléber Machado narrou o primeiro gol da equipe de Bragança Paulista. O segundo teve atuação do VAR (o árbitro de video), com isso a dupla pode recriar a narração após a confirmação. Oscar Ulisses irradiou os lances dos gols de empate do Corinthians, mas no segundo ele passou o microfone para Cléber arrematar a narração.

Ouça abaixo a íntegra da partida.