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Archive for the ‘Memória’ Category

Memória: como uma reportagem de Goulart de Andrade mudou a vida de Fausto Silva

Por Rodney Brocanelli

Morreu na madrugada desta terça feira, Goulart de Andrade, jornalista e apresentador de tv. Ele estava internado no Hospital Sancta Maggiore havia duas semanas devido a problemas respiratórios. Embora seu nome esteja mais ligado à televisão, Goulart apresentou programas de rádio. Um deles foi o São Paulo Zero Hora, pela Rádio Globo, de São Paulo. Segundo o site Memória Globo era um “programa jornalístico que serviria de embrião para o Plantão da Madrugada. Uma equipe de cinco repórteres, equipados com rádios de frequência modulada, ia para a rua em pontos variados da cidade, dispostos a levar o ouvinte para a agitada vida noturna paulista. Goulart de Andrade comandava a equipe do estúdio, na companhia de convidados. A partir dessa fórmula, Goulart de Andrade criou o Plantão da Madrugada (para a TV Globo) e começou a apresentá-lo durante as madrugadas dos finais de semana”.

Em suas reportagens para a televisão, Goulart sempre destacou o rádio. E ao menos uma delas mudou para sempre a vida de um repórter esportivo de rádio.

No ano de 1984, ainda pela TV Gazeta, o apresentador visitou os bastidores de do programa Balancê, da Rádio Excelsior (hoje CBN). Para quem não conhece a história do rádio, vai uma breve descrição: a atração tinha como comandante Fausto Silva, que acumulava essa função com a de repórter da equipe esportiva de Osmar Santos. Era transmitida de segunda a sexta diretamente do hoje extinto Teatro e Palhacaria Pimpão, no bairro da Santa Cecília, em São Paulo. O Balancê era um programa de variedades de grande sucesso, que contava com os esquetes humorísticos da dupla Nelson Tatá Alexandre e Carlos Roberto Escova. Outro destaque era o sonoplasta Johnny Black. A produção ficava a cargo de Lucimara Parisi. Um verdadeiro “time dos sonhos” do rádio brasileiro.

Na ocasião, o sucesso do programa chamou a atenção de Goulart, que resolveu fazer uma reportagem com o programa. Ao final das gravações, ele chegou a uma conclusão: “vocês estão fazendo tv no rádio”. Com isso, surgia o convite para que Fausto e sua equipe migrassem de veículo. Nascia assim, o Perdidos na Noite, que veio a ser apresentado na TV Gazeta, sob direção de Goulart. A repercussão foi imediata e depois o programa passou a ser exibido na TV Record e, mais tarde, na TV Bandeirantes. Até que em um belo dia, veio um convite da TV Globo para que Faustão fosse um adversário de peso para Silvio Santos na guerra da audiência dos domingos. O resto é de conhecimento público.

Por tudo isso, é possível afirmar sem exagero que uma reportagem de Goulart de Andrade mudou para sempre (e talvez, para melhor) a vida de Fausto Silva.

Com informações extraídas deste post.

No player abaixo é possível ver trechos dessa reportagem.

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Flávio Araújo, 82

29/07/2016 1 comentário

Por Rodney Brocanelli

E a festa não para. Ontem comemoramos o aniversário de Osmar Santos. Hoje é a vez de darmos os parabéns para Flávio Araújo, que foi narrador esportivo, defendendo por muitos anos o microfone da Rádio Bandeirantes, de São Paulo. Além disso, teve passagens pela Rádio Gazeta e Rádio Central, de Campinas (aqui como comentarista).Ele ainda está na ativa, com uma coluna no site Ribeirão Preto On Line e um comentário diário na Rádio Cultura, de Poços de Caldas (MG).

Flávio Araújo seguiu a escola de Pedro Luiz, fazendo uma narração descritiva do que acontecia em campo, nas quadras, no ringue ou mesmo nos autódromos. No entanto, ele se permitia usar alguns bordões, como o “colocou a deusa branca para fazer chuá”, logo após um lance de gol, ou o “o 10 está brilhando na camisa dele”.

Seu período na ativa como narrador esportivo coincidiu com o auge de pelo menos quatro grandes esportistas da história do Brasil: Adhemar Ferreira da Silva, Éder Jofre, Pelé e Émerson Fittipaldi. Flávio usou sua voz para propagar os feitos deste quarteto de ouro aos quatro cantos deste país.

Vamos relembrar aqui algumas de suas narrações. Flávio Araúo narra uma luta de Éder Jofre contra Danny Kid, no ginásio do Ibirapuera. O ano é 1959.

Em 1982, a Gazeta, então comandada por Flávio Araújo, se associou com a antiga Rádio Clube Paranaense, liderada por Lombardi Jr, para a cobertura da Copa da Espanha. Essa dobradinha fez muito sucesso na época.

Em 30 de Março de 1980, Nelson Piquet conquistou sua primeira vitória na Fórmula 1. Narração de Flavio Araujo pela Bandeirantes.

Flávio foi um dos privilégiados que teve a oportunidade de narrar o milésimo gol de Pelé

Uma edição de seu “O Positivo e o Negativo”, na Rádio Cultura, de Poços de Caldas.

Flávio Araújo foi um dos entrevistados do Radioamantes no Ar, sempre apresentado pela web rádio Show Time.

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Memória: relembre Eliakim Araújo na Rádio Jornal do Brasil

18/07/2016 3 comentários

Por Rodney Brocanelli

Morreu neste domingo o jornalista Eliakim Araújo, aos 75 anos. Ele foi vítima de um câncer no pâncreas. Eliakim é mais conhecido do grande público pela sua atuação em televisão, como apresentador de telejornais nas Tvs Globo, Manchete e SBT. Antes de ir para a televisão, ele trabalhou por cerca de 20 anos na hoje extinta Rádio Jornal do Brasil, como locutor e apresentador. Um dos registros dessa época pode ser ouvido no player abaixo. Eliakim faz a introdução de uma edição especial do programa Noturno, que trouxe uma entrevista com Tom Jobim em 25 da janeiro de 1977.

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Memória: os sons do Maracanazo

Por Rodney Brocanelli

Em 16 de julho de 1950, o Brasil vivia um dos seus piores momentos da história do futebol. Não pelo resultado em si, mas por tudo o que cercou a partida final da Copa de 1950, sediada no país. O Radioamantes traz o registro, ainda que breve, da transmissão daquele confronto, ocorrido no antigo Maracanã, pela Rádio Bandeirantes, de São Paulo, na época identificada como PRH-9. A qualidade sonora é excelente. O narrador Edson Leite volta e meia saudava os ouvintes das emissoras que estavam em cadeia e dos serviços de alto falantes, bastante populares à época. Um detalhe curioso: na mesma hora acontecia a decisão do terceiro lugar no Pacaembu. Um locutor, não identificado, entrou por cima da narração de Edson Leite para informar o placar. Pouco depois, saia o gol de Ghiggia. Neste compacto, ainda é possível ouvir Leite fazendo muitas críticas ao jogador Bigode. O repórter meta é Bruno Sobrinho. Acompanhe tudo isso no player abaixo.

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Fiori Gigliotti no nosso cantinho de saudade

08/06/2016 15 comentários

Por Rodney Brocanelli

Mais um ano sem Fiori Gigliotti. É o décimo. Parece que foi ontem. A melhor maneira de se falar dele é lembrar de algumas de suas irradiações.

Decisão do campeonato brasileiro de 1976. Na voz de Fiori, o primeiro gol do Intenacional, marcado por Dario, o Dadá Maravilha

 

No campeonato brasileiro de 1979, o Palmeiras conseguiu uma excelente vitória sobre o Flamengo por 4 a 1, classificando-se assim para as semi-finais daquela competição. Fiori estava no Maracanã. No player abaixo, é possível ouvir a narração do primeiro gol, marcado por Jorge Mendonça.

 

O radialista André York, da Rádio Banda B, de Curitiba, levou ao ar no seu programa Arremate Final uma entrevista de Fiori, concedida a estudantes de rádio e televisão. Acompanhe na sequência:

Parte 1

Parte 2

 

Detalhe: ele se diz torcedor do Flamengo. Há controvérsias

 

E abaixo uma das marcas registradas de Fiori Gigliotti: o Cantinho de Saudade. Nesse registro, ele homenageia Vicente Leporace, que havia morrido em abril de 1978.


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O Rádio e os primeiros gritos de gol, por Flávio Araújo

publicado no site Ribeirão Preto on Line

O rádio, o grande invento que marcou o início do século passado foi durante muitos anos um órgão estatal e que só transmitia aquilo que o governo desejava.

Isso acontecia nos países onde imperavam governos ditatoriais, mas também a Grã-Bretanha, Inglaterra à frente, teve na BBC sua porta-voz exclusiva.

Esse tipo de rádio subsistia sem publicidade que o sustentasse e no caso da Inglaterra o pagamento da taxa por parte dos possuidores de aparelhos era paga sem que ninguém o contestasse até recentemente.

No Brasil o rádio já nasceu independente com a fundação da Rádio Sociedade do Rio de Janeiro em 1923, mas também sem publicidade e com pagamento de taxa por aparelho.

Não durou muito esse estado de coisas e a publicidade passou rapidamente a ser aceita para que houvesse realmente progresso no broadcast brasileiro.

Também nos Estados Unidos da América do Norte o rádio nasceu livre e com publicidade ilimitada.

Existem ainda resquícios do rádio brasileiro no tempo da ditadura Vargas e o programa A Voz do Brasil, de transmissão obrigatória até hoje por todas as emissoras do país é a lembrança dos tempos em que a Rádio Nacional, subsidiada, tinha o maior elenco de artistas e era a mais ouvida do país.

Como os sucessivos governos, mesmo nos períodos democráticos, sempre tiveram uma queda para controlar a mídia, como o atual, a Voz do Brasil, muito combatido por seu anacronismo e pela concorrência superior que as emissoras fazem em seus programas informativos continua resistindo e mantendo-se no ar.

Nos países onde as ditaduras cravaram suas unhas com maior profundidade a presença do rádio sempre influenciou o futebol e caminhou ao lado deste fazendo sempre a vontade e seguindo a orientação fundamentalista dos donos do poder.

O HOMEM DE MUSSOLINI NO MICROFONE

Benito Mussolini, o foi o ditador da Itália que mais se aproveitou do chamado rádio oficial para promover as vitórias italianas de 1934/38 nos segundo e terceiro mundiais de futebol.

Tinha uma voz oficial para transmitir os cotejos da “azurra” e é sobre ele que escrevo.

No ano de 1956 fiz a minha primeira transmissão do Maracanã, cotejo amistoso entre Brasil e Itália, vitória brasileira por 2 a 0 e a primeira vez que um microfone de minha cidade natal, onde iniciei minhas atividades, era levado ao grande estádio.

Longe de mim imaginar que alguns poucos anos depois estaria em Milão transmitindo o cotejo onde o Brasil pagaria com a presença de sua seleção a visita da italiana.

Entre as emoções que o cotejo de 1956 me proporcionou estava a oportunidade de conhecer Nicoló Carósio, o locutor oficial de Mussolini e que transmitira os dois mundiais ganhos por seu país em 1934 na Itália e em 1938 na França.

Democrata e adepto de regimes onde o povo era livre não tinha nenhuma simpatia com um locutor notadamente imbricado com os princípios que o Ducce italiano defendeu.

Minha admiração era pelo locutor esportivo que subsistiu ao pós guerra e na verdade nos tempos em que o rádio reinava absoluto o narrador desse espetáculo merecia o mesmo respeito que o grande cantor ou o galã de cinema e teatro mais festejado alcançava junto ao público.

Hoje as coisas mudaram muito pelo extraordinário número de narradores esportivos em quase todos os países, mas principalmente no Brasil onde a televisão vai pouco a pouco fechando o caminho para os narradores de rádio que mesmo assim fazem do mesmo a escola para seu desenvolvimento.

Carósio, lembro-me, sofreu um pequeno acidente ao caminhar em direção à cabine que ocuparia no verdadeiro subterrâneo que se percorria nas entranhas do Maracanã para ocupar uma das poucas cabines de transmissão.

Bateu a testa numa das passagens mais baixas (era um homem magro e alto) e teve que ser medicado e por pouco não conseguiu transmitir o espetáculo.

Contam que Nicoló Carósio foi também quem levou pessoalmente aos jogadores da Itália antes da Copa de 1934 a mensagem de Mussolini simplesmente com estes dizeres: “Vencer ou Morrer”.

Lembro que as transmissões europeias eram muito diferentes das brasileiras, lentas, comentadas e sem o entusiasmo que sempre foi o principal tempero na narração dos profissionais brasileiros.

Mas, não só de Nicoló Carósio viviam os governos ditatoriais.

Em Portugal havia Arthur Agostinho, o locutor oficial da Rádio Nacional de Lisboa e também bastante afinado com o governo Salazar.

Muitos diziam que Arthur era, inclusive, membro da PIBE, a terrível polícia política do governo português.

Arthur, gordo, brincalhão, era uma figura que se fazia notar e sempre recebia os seus colegas brasileiros quando em Portugal com fineza e cavalheirismo.

Alguns dos nossos falavam em congraçamento, outros em estreita vigilância no desempenho de sua função que não era apenas a de narrar futebol.

Mas, ao microfone era antes de tudo um porta-voz do governo narrando jogos de sua seleção ou os grandes cotejos entre clubes de seu país.

Logo após a queda da ditadura portuguesa, a exemplo do Professor Marcelo Caetano, o sucessor de Salazar, Arthur Agostinho transferiu-se as pressas para o Brasil e com seus amigos do Rio de Janeiro aqui foi se arranjando, mas jamais como locutor esportivo.

Interessante que o português falado no Brasil ganha campo em Portugal, mas a recíproca não é verdadeira.

Wilson Brasil, comentarista vibrante, combativo, deixou o Brasil e foi fazer sucesso no rádio português dentro de sua função, mas isso já depois do término do período ditatorial naquele país.

Na Europa, notadamente nos países do Leste Europeu e onde as emissoras oficiais duraram ainda por mais tempo no pós guerra cada país tinha em geral o seu locutor chapa branca.

Outro narrador que ganhou grande notoriedade e para muitos se portava como figura do governo foi já em época moderna o argentino José Maria Munhoz, com destaque para a Copa de 1978 e vencida por seu país.

Era, porém, diferente já que Munhoz contava com a concorrência de inúmeros outros e o rádio na Argentina tinha o mesmo modelo brasileiro.

No Uruguai o grande nome das narrações esportivas era Carlos Solé, que conheci na Rádio Sarandi desde minhas primeiras viagens a Montevideo.

Solé fora a grande voz uruguaia na conquista da Copa de 1950 e seu prestígio se rivalizava com o de Júlio Sosa o maior cantor de tangos da região platina depois de Carlos Gardel e que embora fosse ídolo na Argentina era uruguaio de nascimento.

Interessante esse aspecto: grandes ídolos argentinos nasceram no Uruguai ou em outros países vizinhos, como Leguisamo, chileno, o jóquei de maior prestígio em Palermo, como o músico e compositor Francisco Canaro, o autor de Madreselva (Madressilva) e condutor do mais famoso conjunto de tangos de sua época e ainda Gerardo Matos Rodrigues, autor do imortal Caminito, tango tão famoso que se tornou referência turística a local bastante visitado em Buenos Aires, o Camino Caminito.

Tanto o autor como a composição eram uruguaios legítimos.

Canaro, nome de rua em Buenos Aires nasceu no Uruguai, filho de italianos e só se naturalizou argentino no fim da vida.

E Carlos Gardel, o mais famoso intérprete original dessas canções teria nascido onde?

Uns dizem que foi em Tacuarembó, no Uruguai, outros que em Marselha, na França e que seu nome em realidade era Gardés e não Gardel, mas pela paternidade do mesmo os argentinos vão à luta.

Um dos argumentos que os argentinos usavam para mostrar que Gardel era filho do país foi o fato dele visitar e cantar para seus jogadores antes da final contra o Uruguai na Copa de 1930, a primeira delas.

Depois, soube-se que ele fizera o mesmo com os uruguaios e a discussão persiste até hoje.

O certo é que se estou falando de locutores-esportivos é bom lembrar um outro portenho que era muito ouvido no Brasil nos velhos tempos.

Nos anos 1940 quando o dial de um aparelho não tinha esse imenso número de emissoras dos dias atuais e que vai obrigar o governo brasileiro tomar medidas para transformar AMs em FMs o rádio do sul do continente penetrava no interior paulista com muito boa qualidade de som.

Assim é que me acostumei a ouvir transmissões por Fioravanti, da rádio Belgrano de Buenos Aires e lembro-me da frase dístico em que os locutores auxiliares depois de suas falas terminavam sempre com um “adelante, Fioravanti”.

Se comecei falando dos locutores oficiais em algumas emissoras do rádio estatal na Europa e vou mudando para uma espécie de homenagens a alguns nomes famosos na América do Sul não posso deixar de lado o chileno Gustavo Aguirre, “El negro Aguirre”, como o chamavam em Santiago.

Aguirre era um médico que também se dedicava ao grito de gol.

E ainda Sérgio Livingstone, goleiro da seleção chilena na Copa do Mundo de 1950, apenas que era o comentarista enquanto Aguirre era relator.

Alguns no Brasil marcaram época nesse período e me acostumei em minha infância a ouvir Rebelo Junior, o homem do gol inconfundível, Aurélio Campos, Jorge Cury, Antônio Cordeiro e, Oduvaldo Cozzi e alguns outros que me inclinaram para uma paixão profunda pela função.

O grande Pedro Luiz, de quem fui contemporâneo só vim a ouvir quando iniciei meus passos no rádio.

Mas, o primeiro locutor esportivo que deixou seu nome marcado por ter sido o único a narrar pela primeira vez uma Copa do Mundo foi o paulista Gagliano Neto, ao transmitir por uma cadeia de emissoras a Copa do Mundo de 1938.

Mesmo sendo uma transmissão sem influências governamentais (o Brasil já estava em plena ditadura do Estado Novo de Getúlio Vargas) Gagliano causou grande confusão no Rio de Janeiro quando da transmissão do cotejo semifinal entre Itália 2 Brasil 1.

Como a Itália venceu com um pênalti imensamente contestado pelos jogadores brasileiros e pela transmissão de Gagliano (Domingos da Guia em Piola) o locutor aventou a possibilidade esdrúxula ao final da transmissão de que a partida poderia ser anulada.

Isso causou alvoroço e quebra-quebra na Avenida Rio Branco, no Rio de Janeiro quando os fatos foram esclarecidos e foi lida a nota oficial falando que de forma alguma o jogo poderia ser anulado e o Brasil estava fora da final.

Locutores oficiais como o italiano Carósio ou o português Arthur Agostinho o Brasil, felizmente, nunca teve.

flavioaraujo

Paulinho Boa Pessoa negocia retorno à Rádio Capital

09/03/2016 7 comentários

Por Rodney Brocanelli

Paulinho Boa Pessoa não está mais no ar pela Rádio Capital, ao menos por enquanto. Em novembro, o Radioamantes divulgou que ele iria ficar  no ar em duas emissoras: a própria Capital, ocupando o horário das 04h as 06h, e a Super Rádio, pela qual entra no ar a partir das 08h. No entanto, essa dupla jornada não durou muito tempo e ele ficou apenas na Super Rádio. Sabe-se que Paulinho está em negociações com a Capital, mas ainda não há nada definido no que diz respeito a sua volta ao ar por esse prefixo. Ele poderá apresentar seu programa pelas duas rádios, como em novembro do ano passado. É o que há no momento.

rádiocapital

 

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