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Posts Tagged ‘Fiori Gigliotti’

Os sons de 1977

Por Rodney Brocanelli

Todo 13 de outubro é dia de relembrar o título paulista de 1977 vencido pelo Corinthians. Para o torcedor, este dia tem um significado importante, pois se trata do fim de um longo jejum que vinha desde 1954 (a história é conhecida). A partir dessa data, o Timão não parou mais de colecionar conquistas. Se hoje, o time do povo está às portas de mais uma conquista de campeonato brasileiro, é porque Basílio pegou um rebote e acertou o gol, há 35 anos.

O Radioamantes traz de volta até você os registros que o rádio fez daquele grande momento. Começamos com Fiori Gigliotti, então na Rádio Bandeirantes.

Abaixo, um registro mais raro. José Italiano, então na Rádio Gazeta (SP), narrou e vibrou com o gol de seu time do coração. Geraldo Blota, outro corinthiano, era o repórter-meta da ocasião.

José Silvério estava entrando numa gelada. Sua missão naquela noite era complicada: substituir Osmar Santos, como narrador titular da Jovem Pan. Osmar estava se transferindo para a Rádio Globo. Com o gol de Basílio, Silvério passou pelo seu batismo de fogo.

Por sua vez, Osmar Santos começava uma nova fase em sua carreira. A fase de maior sucesso, pela Globo. Naquele dia 13, ele acordou com problemas na garganta. Mas graças ao seu talento, poucos perceberam a dificuldade. Oswaldo Maciel narrou alguns minutos daquele jogos. Mas na hora do grande momento, Osmar retomou o microfone e também entrou para a história.

(Este post é uma homenagem a Marco Ribeiro, editor do blog Radio Base Urgente e corinthiano. Ele tem um poster do Basílio na parede de seu quarto).

*Publicado originalmente em 13 de outubro de 2012 e devidamente editado e atualizado para a ocasião.

corinthians x ponte 1977

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Rogério Assis homenageia Fiori Gigliotti e depois tenta driblar jogador que tem apelido de merchan

09/06/2017 1 comentário

Por Rodney Brocanelli, com dicas do Edu Cesar, do Papo de Bola

Durante a transmissão de São Paulo x Vitória, partida válida pelo campeonato brasileiro de futebol, o narrador Rogério Assis, da Rádio Bandeirantes, homenageou Fiori Gigliotti, que por muitos anos foi o narrador principal da emissora. No dia 8 de junho, data em que o jogo foi realizado, completou-se 11 anos sem a presença física de Fiori. O Canhão, como é conhecido, usou vários dos bordões do colega narrador. Ouça abaixo.

Na mesma partida, Rogério ainda teve que driblar um jogador da equipe do Vitória, cujo apelido é um merchan involuntário: Todinho. O Canhão passou a chamá-lo de Achocolatado. Ouça abaixo.


 

Memória: relembre um jingle para o giro do placar na Rádio Bandeirantes em 1982

Por Rodney Brocanelli

A qualidade do áudio não está aquelas coisas, mas vale pelo registro: um giro do placar da Rádio Bandeirantes em 1982, comandado por Fiori Gigliotti.  Na verdade, um jingle, no qual um coro feminino comandava as informações de tempo e placar. Algo arrojado (pelo vocal feminino) e moderno até para uma emissora que não inovava muito na época em termos estéticos.  Essa inovação era uma forma de se aproximar da plástica  de emissoras como as rádios Jovem Pan e Globo, que usavam e abusavam (no bom sentido, claro) das vinhetas durante as partidas de futebol. A Pan já fazia isso desde a primeira metade dos anos 70. Uma pena que não existam grandes referências de onde foi realizada este jingle que girava o placar na Bandeirantes. Se alguém tiver maiores informações, pode deixar aqui no sistema de comentários.

bandlogoantigo

Fiori Gigliotti e outros nomes históricos são esquecidos em reportagem dos 80 anos da Rádio Bandeirantes

08/05/2017 4 comentários

Por Rodney Brocanelli

No último sábado, o Jornal da Band exibiu uma longa reportagem sobre os 80 anos de inauguração da Rádio Bandeirantes. No começo, é promovido um encontro de um ouvinte tradicional da emissora com um dos astros da casa: José Paulo de Andrade. Na seqüência, foi destacado o Cedom – Centro de Documentação – na figura de Milton Parron, seu atual comandante. Em seguida, outro ouvinte foi destacado, desta vez para fazer uma conexão com as coberturas esportivas da emissora. Nomes históricos, como o do repórter Tico Tico e do apresentador Vicente Leporace foram lembrados. Nos pouco mais de três minutos seguintes o reporter Sergio Gabriel falou sobre a televisão e a atuação do grupo na Internet.

 

No entanto, a ausência de um nome causou estranheza: Fiori Gigliotti. O narrador esportivo dedicou cerca de 39 anos de sua carreira à emissora. Ele teve duas passagens pela emissora. A partir de 1963, ele seria titular do departamento esportivo, mantendo a Bandeirantes na briga pelas primeiras colocações da audiência esportiva.

Pelo Facebook, Marcelo Gigliotti, um dos filhos do narrador, manifestou sua estranheza com a ausência de Fiori nesta reportagem: “Que pena!!!”, escreveu.

Outras duas ausências foram sentidas na reportagem que durou mais de dez minutos. Uma delas é a de Hélio Ribeiro, que por muitos anos foi diretor artístico da Bandeirantes e lá apresentando o “Poder da Mensagem”, programa de grande prestígio e repercussão nos anos 1970. A outra é de José Silvério, que dá nome atualmente à equipe esportiva da emissora. Veja o vídeo abaixo.

fiori

 

O melhor dos 100 anos do derby paulista nas ondas do rádio

Por Rodney Brocanelli, atendendo a uma sugestão de Edu Cesar, do Papo de Bola

No dia 5 de maio de 1917,  portanto há 100 anos, Palestra Itália x Corinthians disputaram o primeiro jogo do derby paulista. Muitos dos que estiveram em campo talvez não tivessem ideia de que estariam iniciando uma das maiores rivalidades do futebol brasileiro. Naquele primeiro confronto, o vencedor foi o Palestra (jogando em casa), pelo placar de 3 a 0. A única mudança considerável de lá pra cá foi a mudança de nome do Palestra, que passou a se chamar Palmeiras. Ainda assim, o antagonismo entre as duas agremiações se manteve intacto.

O rádio somente chegaria ao Brasil de forma oficial em 1922. As primeiras transmissões de futebol aconteceram a partir de 1931. Dessa forma, os primeiros anos da rivalidade não foram contados pelo rádio. No entanto, o veículo esteve presente no registro de vários capítulos históricos de sua história recente. Separamos alguns deles aqui neste post.

1966 – Garrincha Garrincha perde pênalti em um Corinthians x Palmeiras

No primeiro semestre de 1966, o jogador Garrincha teve uma breve passagem pelo Corinthians. Ele estava com 32 anos e já não mostrava mais o futebol que encantou o planeta nas Copas vencidas pelo Brasil em 1958 e 1962 e também pelo Botafogo. Entretanto, não deixava de ser uma atração. No dia 21 de março daquele ano, o Corinthians enfrentou o Palmeiras em partida válida pelo torneio Rio-São Paulo. Aos 43 minutos do segundo tempo, o Verdão vencia pelo placar de 2 a 1 até que foi marcado um pênalti para o Timão. Garrincha ficou encarregado da cobrança. O goleiro Valdir Joaquim de Moraes defendeu, garantindo a vitória para seu time. Ouça o registro desse momento na narração de Fiori Gigliotti e com reportagens de José Paulo de Andrade, pela Rádio Bandeirantes.

1971 – A virada histórica do Corinhians

Um dos maiores jogos da história do derby, segundo os corintianos. A equipe alvinegra terminou o primeiro tempo em desvantagem no placar: 2 a 0. O Palmeiras tinha em seu elenco nomes como Leivinha, Luis Pereira e Leão, a segunda academia. Na segunda etapa, Adãozinho fez uma partidaça e comandou a virada. Mirandinha também foi muito importante para o resultado, marcando dois gols. Ouça a narração de Joseval Peixoto, na Rádio Jovem Pan.

1974 – Palmeiras conquista título e deixa rival na fila

Depois de conquistar o campeonato paulista de 1954, o Corinthians entrou em um período sem levantar torneios oficiais (poucos se lembram – ou talvez não levem em consideração de propósito – o Rio-São Paulo de 1966, no qual o alvinegro foi declarado campeão ao lado Santos, Botafogo e Vasco). Quando chegou à final do Paulistão de 1974, a torcida achou que tinha chegado a oportunidade do encerramento daquele incômodo jejum. Entretanto, o Palmeiras não ligou muito para a atmosfera daquela decisão. Sustentou um empate pelo placar de 1 a 1 no primeiro jogo e venceu o segundo por 1 a 0. Ouça a narração de Osmar Santos, então na Rádio Jovem Pan.

1979 – Corinthians desbanca o Palmeiras favorito de Telê

Naquele ano, o Palmeiras era favorito para a conquista das competições mais importantes da época. Apesar do belo trabalho do técnico Telê Santana, o time foi eliminado do Brasileirão daquele ano ao cair diante do Internacional. Sobrava o campeonato paulista, no qual o time também foi muito bem. Entretanto, graças a uma manobra de bastidor, as suas fases decisivas foram disputada em janeiro de 1980. Muitos apontam que a paralisação favoreceu muito mais ao Corinthians. Na semifinal, Biro- Biro fez o gol que colocou seu time na grande final. Ouça a narração de José Silvério, na Rádio Jovem Pan (note que Silvério e Wanderley Nogueira não se entendem sobre o autor do gol. No final, Wanderley estava certo).

1982 – A goleada alvinegra

Essa partida entrou para a história do derby graças ao placar final. O time da Democracia Corintiana aplicava uma goleada sobre seu maior rival. A partida se encaminhava para um empate em 1 a 1. No entanto, na parte final do segundo tempo, o Corinthians impôs seu bom futebol e Casagrande foi o autor de três gols. Ouça a narração de José Silvério, pela Rádio Jovem Pan.

1983 – Mais uma vitória corintiana em semifinal

Pelo campeonato paulista, mais um derby em semifinal. Mais uma vitória do Corinthians. Esse foi o famoso confronto em que Márcio, do Palmeiras, fez marcação pessoal em Sócrates. Não houve sucesso. O Magrão fez o gol na partida. Ouça a narração de Osmar Santos, aqui pela Rádio Globo.

1986 – Palmeiras devolve os 5 a 1

Outra partida que entrou para a história devido ao resultado final. Com uma atuação excepcional do atacante Edmar, o Palmeiras devolveu o placar de 1982. Casagrande, o carrasco de 1982, fez o gol de honra. Ouça a narração de José Silvério, pela Rádio Jovem Pan.

1986 – O troco palmeirense em semifinal

Depois de devolver a goleada, o Palmeiras conseguiria outro feito ao vencer o rival na semifinal do campeonato paulista. Desta vez, Mirandinha estava em noite de gala e fez o gol que levou a partida para a prorrogação. No tempo extra, Éder fez um gol olímpico que sacramentou a passagem para a final. Narração de Osmar Santos, na Rádio Globo.

1993 – Palmeiras sai da fila em vitória sobre o Corinthians

O tempo passou, o mundo girou e desta vez quem estava na fila era o Palmeiras. Graças a uma parceria com a Parmalat, o alviverde montou um time com reforços de peso. Na primeira tentativa, em 1992, derrota para o São Paulo. Entretanto, Evair e seus companheiros não deixariam escapar a segunda chance. Ouça o gol de pênalti marcado pelo camisa 9 palmeirense com a narração de Oscar Ulisses, da Rádio Globo.

1994 – Decisão em nível nacional

Depois de muitos anos decidindo títulos em âmbito estadual, chegou a vez de um confronto por um título nacional. Na verdade, esse duelo era para ter acontecido no ano anterior, mas o Corinthians caiu diante do Vitória. No ano seguinte, chegou a vez da decisão tão esperada. No primeiro jogo, triunfo palmeirense no Pacaembu. No segundo jogo, no mesmo estádio, o empate que garantiu o título. Narração de Ennio Rodrigues, pela Rádio Gazeta.

1995 – Em Ribeirão Preto, o Corinthians leva o Paulistão

Foram dois jogos fora da cidade de São Paulo. No primeiro, empate pelo placar de 1 a 1. No segundo, o Palmeiras saiu na frente com gol de Nilson. O empate corintiano veio com uma cobrança de de falta bem executada por Marcelinho Carioca. O gol do título veio com um heroi improvável: Elivelton. Ouça seu gol com a narração de José Silvério, na Rádio Jovem Pan.

1999 – O jogo das embaixadinhas

Mais uma decisão de Paulistão reunindo as duas equipes. O Palmeiras estava com a cabeça na Libertadores e já tinha desclassificado o rival na fase do mata-mata. No primeiro jogo, vitória corintiana pelo placar de 3 a 0. Na volta, o Palmeiras até que conseguiu dois gols, marcados por Evair. No final do jogo, a provocação de Edilson, com as embaixadinhas, e uma briga quase generalizada. Ouça a narração de José Silvério, ainda na Rádio Jovem Pan.

2000 – O Derby cresce e chega à América

O ponto alto da história do Derby. Um duelo para chegar à final da Copa Libertadores. Dois jogos históricos e com placares elasticos: na ida, vitória corintiana por 4 a 3. Na volta, o Palmeiras venceria pelo placar de 3 a 2 e com um gol heroico de Galeano. A vaga seria disputada nas cobranças dos tiros livres. Marcos ratificaria a imagem de santo milagreiro ao defender a cobrança de Marcelinho Carioca. Ouça a narração de José Silvério, pela Jovem Pan (sim, só dá ele nessa seleção).

2005 – O fator Tevez

Naquele ano, o Corinthians foi o campeão brasileiro, com um super time montado pela MSI. O destaque vai para o argentino Tevez, que fez um belo gol na partida contra o Palmeiras, válida pelo campeonato brasileiro. Narração de José Silvério, agora na Rádio Bandeirantes.

2008 – O chororô de Valdivia

O futebol do atleta chileno deslanchou nesta temporada, com direito a um gol um clássico contra o Corinthians, válido pelo campeonato paulista e comemoração com chororô. Narração de Nilson Cesar, pela Rádio Jovem Pan.

2009 – Ronaldo derruba o alambrado

O primeiro gol de Ronaldo com a camisa do Corinthians foi em um derby disputado em Presidente Prudente, válido pelo campeonato paulista. Diego Souza abriu o placar para o Palmeiras. Porém, em jogada de escanteio, a bola foi para o segundo pau e o Fenômeno subiu para marcar de cabeça. Na festa que se seguiu depois, o atacante subiu no alambrado para comemorar com a torcida. Este não aguentou muito tempo e cedeu.  Um incidente sem gravidade. Ouça a narração de José Silvério, pela Rádio Bandeirantes.

2009 – Obina faz seu hat-trick

Os puristas que me perdoem, mas Obina entrou para a história do clássico ao fazer um hat-trick. O terceiro foi um presentaço de Cleiton Xavier. Ronaldo, não brilhou desta vez, sendo substituído por uma contusão no pulso. O atacante palmeirense ainda faria mais um gol, só que corretamente anulado. Essa partida valeu pelo campeonato brasileiro e foi disputada também na cidade de Presidente Prudente.  Ouça a narração de Oscar Ulisses, pela Rádio Globo.

2011 – Mais uma semifinal

E mais uma decisão nos tiros livres indiretos. João Vitor, do Palmeiras, se transformaria no vilão palmeirense ao ter sua cobrança defendida por Julio Cesar. Ouça José Silvério narrando pela Bandeirantes (obs. o vídeo não está sincronizado com o áudio, mas o registro é que vale).

2014 – A era das arenas

A partir de 2014, começava a era das novas arenas na história do Derby. Após anos atuando em campos neutros (Morumbi e Pacaembu), as duas equipes passaram a mandar os jogos em seus respectivos estádios. No primeiro jogo da Arena Corinthians, vitória do time da casa pelo placar de 2 a 0. Ouça a narração de Oscar Ulisses, da Rádio Globo.

2015 – Vitória na estreia da arena do rival

No ano seguinte, foi a vez do Allianz Parque receber o primeiro derby. E a vitória foi do visitante Corinthians pelo placar de 1 a 0, gol de Danilo. Narração de Sidney Botelho, pela Premium Esportes.

2015 – Deu Palmeiras, nos pênaltis

Em mais uma semifinal de Paulistão, desta vez foi a vez do Palmeiras vencer nos pênaltis o arqui-rival. A partida foi na Arena Corinthians e Fernando Prass começava a cavar um lugar na galeria de ídolos do Verdão. Ouça a narração de Eder Luiz, da Rádio Transamérica.

2016 – Desta vez deu Palmeiras no Allianz

Pelo campeonato brasileiro, o Palmeiras venceu o Corinthians em casa. Gol de Cleiton Xavier. Foi a última partida de Tite pelo Timão. Pouco depois, o técnico aceitaria o chamado para comandar a seleção brasileira. Ouça a narração de Diguinho Coruja pela Rádio Capital.

2016 – A dancinha do Mina

No segundo turno do Brasileirão, nova vitória palmeirense. Destaque para o gol de Yerry Mina, com direito a sua dancinha característica. Este gol elevou o zagueiro colombiano a categoria de ídolo. Não é para menos: naquela temporada, ele fez gols contra os principais rivais do Palmeiras em São Paulo, incluindo o Timão. Narração de Edmar Ferreira, pela Premium Esportes.

2017 – Vitória corintiana e polêmica

O derby que marcou os 100 anos de rivalidade foi marcada pela expulsão injusta do volante Gabriel, que não fez a falta no atacante Keno. O autor da falta foi o zagueiro Pablo. Mesmo com a vantagem númerica, o Palmeiras não conseguiu se impor diante do adversário e levou um gol de contra ataque, marcado pelo atacante Jô. Ouça a narração de Nilson Cesar, pela Rádio Jovem Pan.

derby 100 anos

Rádio Trianon relembra Fiori Gigliotti

Por Rodney Brocanelli

No último domingo, o programa Arquibancada Trianon, da Rádio Trianon (SP) prestou uma importante homenagem à memória do narrador Fiori Gigliotti. A atração comandada por Don Roberto Costa, contou com a participação no estúdio de Dalmo Pessoa, jornalista que trabalhou por muitos anos com Fiori, e Marcelo Gigliotti, filho do radialista. Além disso, grandes nomes do rádio esportivo como Milton Neves, José Silvério, Flavio Araújo, Flavio Prado, entre outros, gravaram depoimentos a respeito do histórico locutor esportivo. Na última quarta-feira, dia 8 de junho, fez dez anos que  Fiori morreu. A iniciativa da Trianon fez com que a efeméride não passasse em branco no rádio. Ouça abaixo.

fiori

Fiori Gigliotti no nosso cantinho de saudade

08/06/2016 15 comentários

Por Rodney Brocanelli

Mais um ano sem Fiori Gigliotti. É o décimo. Parece que foi ontem. A melhor maneira de se falar dele é lembrar de algumas de suas irradiações.

Decisão do campeonato brasileiro de 1976. Na voz de Fiori, o primeiro gol do Intenacional, marcado por Dario, o Dadá Maravilha

 

No campeonato brasileiro de 1979, o Palmeiras conseguiu uma excelente vitória sobre o Flamengo por 4 a 1, classificando-se assim para as semi-finais daquela competição. Fiori estava no Maracanã. No player abaixo, é possível ouvir a narração do primeiro gol, marcado por Jorge Mendonça.

 

O radialista André York, da Rádio Banda B, de Curitiba, levou ao ar no seu programa Arremate Final uma entrevista de Fiori, concedida a estudantes de rádio e televisão. Acompanhe na sequência:

Parte 1

Parte 2

 

Detalhe: ele se diz torcedor do Flamengo. Há controvérsias

 

E abaixo uma das marcas registradas de Fiori Gigliotti: o Cantinho de Saudade. Nesse registro, ele homenageia Vicente Leporace, que havia morrido em abril de 1978.


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